Desde há séculos que os problemas relacionados com o lixo, vêm preocupando os responsáveis pela governação pública.
Com o evoluir dos tempos , com o desenvolvimento industrial e com o aparecimento de centros urbanos cada vez maiores, estas preocupações aumentaram, pois as quantidades de lixo iam aumentando proporcionalmente e começava a ser um verdadeiro problema a sua arrumação, para longe das populações.
Paralelamente, começou a desenvolver-se a consciência da saúde e bem estar públicos, bem como a necessidade de proteger o ambiente, pelo que depressa se concluiu que o lixo era um factor de risco importante e que urgia, por isso,
dar-lhe a devida atenção e importância.
Esta consciencialização tornou-se mais evidente nas últimas décadas e quanto mais evoluidas, quer tecnica quer economicamente eram as sociedades, maiores eram essas preocupações e maior era também a atenção e as verbas destinadas para resolver este problema.
Infelizmente, em Portugal, como em muitos outros campos, nota-se um sensivel atraso na consciencialização e atenção que este problema já merecia, desde há muito, em paises altamente desenvolvidos quer tecnica, quer económica, quer socialmente ( O caso da Suiça, da Inglaterra, Holanda etc).
Durante muito tempo o destino do lixo era pura e simplesmente ” IR PARA O LIXO “. Daí o aparecimento e proliferação de lixeiras, onde os resíduos eram descarregados e amontoados, sem qualquer tipo de cuidados ou protecção.
Com o decorrer dos tempos e com as crescentes preocupações ambientais, concluiu-se que era urgente resolver duma forma ecologicamente aceitável, este problema.
Tal consciencialização tem-se,