Obras na Estrada Nacional 224

15 de Dezembro de 2009

Estão a decorrer as obras de beneficiação da EN224, entre Santo António(Santa Eulália) e Vale de Cambra. As obras ascendem a 4,22 milhões de euros e a intervenção tem lugar em cerca de 20 Kms.

As obras incluem, para além da repavimentação, a execução de passeios nas zonas urbanas, bem como a execução de sargetas e sinalização.

Na freguesia de Várzea registam-se 2 aspectos que não merecem, da minha parte, concordância :

1 – no final da recta de Caracuste, no sentido Rossas-Arouca, termina

de floresta, sendo fácil fazer o alargamento da via.

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Paços do Concelho(Parte II Final)

14 de Dezembro de 2009

O projecto do actual edifício dos Paços do Concelho de Arouca foi elaborado pelo Engº Mário Leitão(da Câmara M. de Gaia), tendo sido escolhido um local para implantação da construção num local a nascente da Vila, no topo da EN.

Tendo em atenção que não existiam as construções ligadas à familia Teixeira de Sousa, a moradia que pertenceu ao Sr. Comendador Alberto Ferreira e o edifício dos Serviços Florestais, muitos dos arouquenses da altura afirmavam que o novo edifício ficava fora da Vila.

O projecto previa a instalação dos seguintes serviços – Paços do Concelho, Tribunal, Conservatórias do Registo Civil e Predial , Repartição de Finanças, Tesouraria da Fazenda Pública, Execuções Fiscais, Sub-Inspecção de Saúde e Correios e Telegrafos.

O projecto previa também a construção dum fontenário, em frente dos Paços do Concelho. Neste momento o fontenário está desactivado, pois a água é cada vez mais um bem escasso e que não pode ser desperdiçado. É evidente que se poderia usar um sistema de recirculação da mesma água, recorrendo a um pequeno sistema de bombagem, mas os tempos de restrições financeiras inviabilizam tal hipótese.

008

O orçamento inerente ao respectivo projecto previa os seguintes custos :

- edifício 384 contos

-terraplanagem 4 contos

- aquisição do terreno(5.200 m2) 15 contos

A Comissão Administrativa da altura propôs-se construir o edifício no prazo de 4 anos, embora tenha sido autorizada a prorrogação do prazo por mais 2 anos.

Para custear as obras,

a Comissão Administrativa propôs ao Conselho de Ministros o seguinte esquema financeiro:

-utilizar o resto do dinheiro do produto da venda de baldios municipais de Carvalhal Redondo, dado que com esta venda pretendeu-se construir a Casa dos Magistrados e a verba arrecadada na arrematação tinha ultrapassado as expectativas, pelo que havia disponibilidade financeira. Os baldios municipais foram vendidos por mais de 200 contos.

- venda do edifício da Câmara Municipal se tal fosse necessário( a valor de mercado previa-se realizar 50 contos)

- contrair um empréstimo no valor de 150 contos, cujos encargos de juros e amortizações seriam suportados pelo saldo de mais de 25 contos anuais – importância que a Câmara Municipal tinha a receber do Estado, relativamente às viaturas automóveis existentes no Concelho e que seriam arrecadados durante os 6 anos previstos para a construção

- na pior das hipóteses foi aventado que a Câmara Municipal aumentasse para 20% a percentagem sobre as contribuições directas do Estado(predial rústica e urbana),

dado que estava a cobrar apenas 16%, enquanto havia Câmara que cobravam 75%. Durante 6 anos seria possível arrecadar 110 contos

A Comissão Administrativa para não arruinar as finanças municipais e o consequente empobrecimento da economia do Concelho solicitou ao Estado que fosse autorizado o abate de árvores existentes à margem da estrada, próximo do lugar da Farrapa, para que as madeiras fossem utilizadas nos travejamentos e também que fosse utilizada a pedra dos muros do Convento, que não tinham sido concluidos.

Notas Finais

VENDA DOS BALDIOS

A venda dos baldios municipais de Carvalhal Redondo não foi pacífica, pois houve reclamações e pedidos de suspensão da deliberação camarária perante os Tribunais. O Juiz da Auditoria do Porto indeferiu os pedidos apresentados.

A Comissão Administrativa argumentava que os baldios de Carvalhal Redondo, que se estendiam por 2.000.000 m2, estavam completamente nus e não eram economicamente rentáveis, o que não aconteceria se fossem vendidos a privados, poderiam ser fortemente plantados com pinheiros e eucaliptos e até de oliveiras e vinha, o que criaria riqueza local.

IMPLANTAÇÃO DO EDIFÍCIO

Como seria hoje a Vila de Arouca, a nascente se, em 1930, se tivesse pensado construir os actuais Paços do Concelho, 500 metros acima, no lugar de S.Pedro?

No edifício inicial a Câmara Municipal ocupava apenas 3/8 do prédio. Entretanto sairam todos os demais serviços públicos e apesar disso, neste momento, as instalações já são insuficientes para alojar todos os departamentos, tendo-se recorrido ao aluguer de novas salas, fora do edifício.

Está prevista a ampliação do actual edifício para um terreno anexo. A minha experiência autárquica solicita que no projecto de ampliação sejam previstas instalações condignas para a Assembleia Municipal, pois é o orgão máximo do Poder Local de Arouca e, infelizmente, neste momento, nem o Presidente nem os Grupos Parlamentares dispõem de gabinetes para exercerem as suas funções.

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Paços do Concelho(parte I)

12 de Dezembro de 2009

Os Paços do Concelho funcionavam, há mais de 250 anos, numa casa alugada. Em 1771 a casa estava em tal estado de ruina que o Corregedor de Lamego ordenou que fossem feitas diligências para construir uma nova casa para o efeito.Só em 30 de Janeiro de 1805 é que o Príncipe Regente D.João autorizou a referida construção, ao lado da Capela da Misericórdia. Para fazer face a uma parte das despesas com as obras, a Câmara foi autorizada a lançar um imposto de 2 reais por cada quartilho de vinho vendido e por cada arrátel de carne vendida.

Com a anexação a Arouca dos Concelhos de Alvarenga(6 de Novembro de 1836) e também de Fermedo, os serviços municipais e judiciais aumentaram, pelo que a Câmara, por decreto de 12 de Novembro de 1863 foi autorizada a expropriar a Hospedaria Nova(onde funciona agora o Café Arouquense, a Associação dos Amigos de Arouca e a Cruz Vermelha) e que pertencia às religiosas do Real Mosteiro, para aí instalar as repartições.

Dada a exiguidade das instalações da Câmara, do Tribunal e demais Repartições públicas, pensou-se em construir um novo edíficio(que é ainda o actual). A inauguração ocorreu no dia 26 de Novembro de 1933.

camara municipal

A história da construção dos novos Paços do Concelho registou uma grande controvérsia na altura, pois havia defensores da ideia e outros que eram totalmente contra .

As pessoas que se opunham à construção argumentavam :

- O Concelho não precisa de Paços do Concelho, nem de novas instalações para as demais Repartições públicas, porque todas se encontravam bem instaladas.

- O Concelho apenas precisava de Tribunal e Cadeias e que um e outras deviam ser instalados no Convento, adoptando 2 projectos feitos em 1922 e cujas obras orçavam em 120 contos.

- A executar-se a construção do novo edíficio, as finanças municipais ficariam arruinadas, pois para financiar as obras era necessário contrair um empréstimo da ordem dos 500 contos(o que empobrecia a economia do Concelho).

Os que eram a favor da construção argumentavam :

- As entidades competentes, depois duma vistoria, tinham declarado que as instalações existentes eram absolutamente impróprias.

- Não concordavam com a instalação das Repartições e dos Paços do Concelho no Convento, pois as obras de adaptação custariam mais de 150 contos, dado que só se aproveitavam as paredes exteriores e a intervenção poderia danificar as abóbadas.

- Levar o Tribunal e as Cadeias para o Convento, seria inutilizar a possibilidade de aproveitar o Mosteiro para outros fins mais sociais -seminário para as Missões, escola agrícola ou instituto de protecção à familia.

- Por mais 150 contos era possível fazer um edíficio de raiz, com melhores requisitos de comodidade e higiene para os respectivos serviços.

- Por fim argumentavam que, não sendo o Convento propriedade do Município, todo o dinheiro que a Câmara aí gastasse, poderia ser perdido, no caso do Estado(proprietário do Mosteiro) precisar dele.

Nota final

No próximo post falarei do projecto, do orçamento, das repartições instaladas e da maneira como se obtiveram os 403 contos orçamentados para as obras.

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As pêgas são aves que pertencem à família dos corvídeos. Têm plumagem preta com reflexos metálicos, largas manchas brancas e longa cauda, chegando a ter 50 cms de envergadura, quando têm as asas abertas. Têm um hábito peculiar – fazem grandes ninhos no cimo das árvores, para onde costumam levar objectos brilhantes.

pegas 1

Há uma lenda que conheço desde miudo, sobre as pêgas em Arouca.

Diz o povo que no século XIII uma freira que professava no Convento de Arouca entretinha-se a costurar e bordar, nas suas horas de lazer, junto à janela da sua cela, pois tinha mais luz e beneficiava do calor do sol.Certo dia deixou o dedal em prata no peitoril da janela. Quando regressou à cela, verificou que o dedal em prata tinha desaparecido. Pensou que ele tivesse caído na cerca do mosteiro, pelo que o procurou aí, mas o dedal nunca mais apareceu.

Passado algum tempo a Rainha Santa Mafalda estava a rezar o seu rosário, passando os dedos pelo seu valioso terço em ouro. Chamada para resolver um problema, pousou o terço, junto à janela. Quando regressou o terço tinha, igualmente, desaparecido. Procurou-se na cerca do mosteiro, fizeram-se preces e novenas, mas do terço…nada.

Decorridos alguns dias um lavrador da Aborrida(lugar contíguo ao

convento) bateu à porta do Mosteiro e veio dizer que tinha visto uma pêga com um objecto brilhante no bico. Contou que lhe atirou com uma pedra, porque ela voava baixo e que a ave, com medo, tinha deixado cair um terço.

Atendendo ao valor do terço, pensou logo que se tratava dum objecto pertencente a alguém do convento, pelo que o queria entregar.

A alegria foi muito grande no Convento, por ter aparecido o valioso terço.

A Rainha Santa Mafalda recolheu-se à sua cela e, quando foi à janela, verificou que um bando grande de pêgas esvoaçava , ruidosamente, junto à sua cela.

Perante o ocorrido, a Rainha Santa Mafalda não se conteve e irritada disse em voz muito alta ” Eu vos esconjuro, suas ladras. Saí-me da minha vista e desta terra para sempre”.

Diziam os antigos que, realmente, as pêgas quando chegavam aos limites do Concelho de Arouca sentiam-se impedidas de prosseguir viagem e voltavam para trás. Durante séculos, diziam os nossos antepassados diziam que, efectivamente, as pêgas deixaram de existir em Arouca.

Nos últimos anos elas têm aparecido no Vale de Arouca.

Este novo aparecimento terá sido justificado pelas alterações climáticas que se verificaram, terá sido pela florestação que se fez, ou terá terminado a excomunhão?

For almost a month the settlement was under heavy fire

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Alterações Climáticas(parte I)

10 de Dezembro de 2009

your have on pain. It with than to. It Sounds to out, went total! I and is, longer – much. Might to over conditioners on clearing them go stores looking.

grave crise financeira mundial em que se vive, estes paises não quererão contribuir, de forma significativa, para que os paises em vias de desenvolvimento sejam ajudados, para vencerem o atraso económico e social em que se encontram, comparativamente aos paises desenvolvidos.

Estamos, portanto, perante um problema grave, sobretudo para os nossos filhos e netos. Hoje, pela 1ª vez, ouvi falar num novo conceito politico e que se liga à possibilidade de termos ,

refugiados exercerão, em termos de futuros alojamentos, uma pressão urbanistica, sobretudo nas grandes cidades de acolhimento, de que resultarão, segundo penso – delapidação de recursos, guetos sociais, exclusão social, marginalização étnica, sendo previsivel que se agravem os problemas de violência, criminalidade etc.

Como chegamos a esta situação?

Desde a Revolução Industrial que as fábricas, as viaturas, as explorações agrícolas intensivas expelem todo o tipo de gases para a atmosfera, de uma forma altamente lesiva para a Natureza. Os rios estão poluidos, os solos contaminados e a atmosfera está doente.

Os maiores culpados de todas estas situações somos, sobretudo, todos nós que vivemos nos paises mais desenvolvidos, pois não abdicamos dos luxos que conquistamos e que, infelizmente, ~tanto mal fazem à natureza.

É obrigação de todos nós pormos um travão nesta corrida suicida, a longo prazo.

Como? Tendo comportamentos ambientalmente correctos.

Alguns exemplos simples e de fácil aplicação :

-não deixar lâmpadas acesas desnecessariamente

- reduzir o volume de água no autoclismo

- substituir as lâmpadas incandescentes por outras de baixo consumo

- reduzir a velocidade média de circulação dos veículos nas estradas

- reduzir a produção de lixo, apostando na reutilização e reciclagem

– plantar árvores e criar novas áreas florestais

- modernizar o tecido produtivo com equipamentos tecnologicamente avançados e amigos do ambiente.

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Alminhas de Alvarenga

2 de Dezembro de 2009

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ALVARENGA – CAPITAL DO MUNDO

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Inovação (parte II)

30 de Novembro de 2009

innovation1

No meu último post, publicado no passado dia 28 de Novembro, falei no apelo feito pelo Sr. Presidente da República para a necessidade de apostarmos na inovação, para vencermos a grave crise em que vivemos.

Hoje está a decorrer a XIX Cimeira Ibero-Americana, em Portugal e um dos temas que faz parte da agenda prende-se, exactamente com a “Inovação”.

Eu procuro acompanhar com interesse este aspecto que se liga ao nosso desenvolvimento sustentável. Dou alguns exemplos de inovação e criatividade que tenho lido, nos últimos tempos, na comunicação social :

- Hospital de S.João(Porto) transformou a incineradora dos lixos hospitalares numa unidade de co-geração, que para além dos benefícios ambientais que representa, garante alguma independência energética, assegura a climatização de todo o edifício e é uma fonte de rendimento para o Hospital, pois este coloca a energia na rede eléctrica.

-a empresa Lusospace desenvolveu um magnetómetro de alta precisão para garantir o posicionamento e a navegação dos satélites da Agência Espacial Europeia.

- a empresa Deimos Engenharia desenvolveu software de recepção de dados no satélite SMOS da Agência Espacial Europeia para monitorizar a hidratação dos solos e mapear a salinidade à superfície dos oceanos.

- a empresa Fibersensing(spin-off do INESC Porto) desenvolve projectos de sensores com fibra óptica para clientes como a Airbus, General Electric, Siemens, Martifer, Refer e Agência Espacial Europeia.

- a fábrica de confecções Afonso, em Arcos de Valdevez, foi comprada por uma trabalhadora, em 2005, por um euro, depois de uma tentativa frustrada de deslocalização para a República Checa. Foram garantidos os 89 postos de trabalho e, neste momento, tem mais de 100 trabalhadoras. Concentraram a produção de camisas, exclusivamente para exportação – Espanha e Alemanha.

- a empresa Fifanta-Texteis desenvolveu um novo processo de fabrico de geotêxteis com 5,5 metros de largura. Os geotêxteis são aplicados, por exemplo, na construção civil e obras públicas. Já todos vimos usar-se rolos de uma tela branca que serve para fazer a separação entre as várias camadas de componentes-terra, gravilha, alcatrão, de modo a não deixar que estes se misturem.

- a empresa Recipav é pioneira na Europa na adição de borracha de pneus reciclados no asfalto. Estes betumes modificados(BMB) dão maior segurança na condução, reduzem as distâncias de travagem e causam menos ruido(menos 5 a 6 decibeis). Já exporta para Inglaterra os seus produtos. Fabrica também granulados de borracha para campos de futebol(Chelsea, Liverpool, Arsenal etc).

- a Geotur apostou num nicho de mercado- turismo religioso.

- a Associação Nacional de Produtores de Pera Rocha do Oeste está a enviar 50 toneladas/semana de pera fatiada para as escolas inglesas, através do programa 5aDay – projecto do Governo inglês que implica a distribuição de uma peça de fruta por dia/aluno.

- a empresa Torneiras Roriz(Braga) está a fabricar um fluxómetro que substitui os tradicionais autoclismos e permite uma descarga de água com a quantidade que se pretende. Esta invenção está patenteada a nível mundial.

- a empresa Sortegel(Bragança) está a transformar a castanha transmontana em produtos congelados, que são vendidos nas grandes superfícies e, também, em farinha de que, posteriormente, podem ser feitos cremes e purés. Transforma cerca de 4.000 toneladas de castanha/ano e aproveita as cascas da castanha para aquecimento da água e produção de vapor para descascar o fruto, o que permite poupar várias centenas de toneladas de gás. Tem capacidade instalada para transformar 5 toneladas de castanha/hora.

Estes exemplos que indiquei devem ajudar-nos a sermos inovadores e criativos.

Will ein unternehmen langfristig erfolg haben, so muss es rechtzeitig und grund und menschenrechte hausarbeit angemessen auf die umwelt und ihre veränderung reagieren

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de trabalho

  • criar imagens apelativas das marcas
  • fortalecer alianças estratégicas
  • aumentar os niveis de produtividade
  • melhorar as condições de trabalho
  • melhorar a ligação com o sistema de ensino profissional e com as Universidades que são centros de saber de excelência.
  • Se inovarmos, criamos riqueza para distribuir e aumentamos a nossa qualidade de vida. Esta tarefa não pode ser tarefa de uma única pessoa ou entidade.Tem que ser obra

    de todos. Devemos fazer mais, mas sobretudo melhor.

    Twin peaks seems to propose that we should

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    Antigo matadouro concelhio

    27 de Novembro de 2009

    Há dias, rebuscando fotos antigas, encontrei uma que quero partilhar e que se prende com o antigo matadouro concelhio, localizado no lado nascente da actual Alameda D.Domingos de Pinho Brandão.

    Para “MEMÓRIA FUTURA” aqui reproduzo a fotografia, que tem 30 anos.

    VACAS

    Era um espectáculo degradante aquele que se vivia no dia da matança dos animais, sobretudo no Verão. A rua ficava pejada de dejectos das reses.

    Os

    animais aguardavam o abate sob sol escaldante no Verão, as moscas proliferavam no local e as entranhas das reses abatidas demoravam tempo em demasia para serem retiradas.

    As condições higiénicas no local eram reduzidas e, por isso, tudo fiz para que esse espectáculo deprimente desaparecesse do centro urbano.

    Houve muitas resistências, pois as reses passaram a ser abatidas noutro matadouro, mas creio que Arouca ficou melhor servida.

    Eines kreislaufs und ganz im sinne ghostwritinghilfe.com von umweltvorschriften, die geschlossene kreisläufe in jedem fall bevorzugen

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    Podas radicais

    25 de Novembro de 2009

    Há dias, os serviços camarários procederam à poda das árvores existentes na Alameda D.Domingos de Pinho Brandão.

    Um primeiro aspecto para elogiar – os ramos provenientes da poda foram triturados no local, através dum destroçador móvel.

    Não sei o destino que foi dado a esse material triturado, mas seria bom que este se transformasse num produto orgânico, que poderia ser usado, posteriormente, em plantações efectuadas na renovação de jardins e parques públicos.

    Já que a Câmara Municipal de Arouca é proprietária duma quinta no lugar da Forcada(Burgo), que reune boas condições para ser transformada em viveiro camarário e , aproveitando estes materiais e outros provenientes das limpezas dos jardins, seria possível reproduzir-se plantas, arbustos e flores para uso posterior nos parques e jardins.

    Um segundo aspecto que gostaria de referir prende-se com o tipo de poda praticado – Poda radical.

    As árvores contribuem para a naturalização dos espaços urbanos, têm uma acção purificadora da atmosfera, formam paisagens, definem espaços e contribuem para a constituição de microclimas favoráveis à regularização da temperatura e da humidade relativa.

    Em muitos Municípios do País é usado este tipo de “poda radical“, pois os técnicos camarários consideram que esta é a maneira mais adequada para o tratamento deste tipo de árvores.

    Há, no entanto, muitas vozes que se levantam, por quase todo o País, contra as “podas radicais“

    Estes últimos argumentam que uma poda que remova 1/3 dos ramos ou a totalidade da copa interfere no equilibrio entre a parte aérea e a subterrânea, origina a morte de parte das raizes que levam água e nutrientes minerais para os ramos e , por sua vez, estes não transferem para as raizes os açucares elaborados pelas folhas. Acrescentam, ainda, que a rebentação na Primavera, não significa rejuvenescimento, pois faz-se à custa das reservas existentes nos troncos, provocando, deste modo, o enfraquecimento das árvores. Por fim argumentam que as feridas de cicatrização expõem as superficies cortadas

    às podridões e ao ataque de insectos e de fungos.

    Onde está a verdade? Gostaria de ouvir opiniões abalizadas.

    Applying this to the two slits, each slit acts as a source of light of the same wavelength, with the light from the two slits interfering constructively or destructively to produce an interference pattern of i need help with my homework bright and dark lines

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