Gestão empresarial (2)

25 de Junho de 2011

Dando continuidade ao post de ontem,hoje vou relatar o 2º caso que foi analisado num encontro mundial de gestores.

2º Caso

Um réu, condenado a prisão perpétua por assassínio em primeiro grau, consegue fugir ao fim de 25 anos na prisão. Ao fugir, entra numa casa onde dorme um jovem casal. O assassino ata o homem a uma cadeira e a mulher à cama. A seguir, encosta o seu rosto ao peito da mulher, levantando-se de seguida e saindo a seguir do quarto. Imediatamente, arrastando a cadeira, o marido aproxima-se da esposa e diz-lhe:

- Meu amor, este homem não vê uma mulher há anos. Eu vi-o beijando-te o peito e aproveitando que ele se afastou um pouco, quero pedir-te que cooperes com ele e faças tudo o que ele te pedir. Se ele quiser fazer sexo contigo não o evites e finge que gostas. Por favor, não o afastes. As nossas vidas dependem disso !!!  Sê forte, minha linda, eu amo-te.

A jovem esposa diz ao marido:

- Querido, estou reconhecida que penses assim !! Efectivamente este homem não vê uma mulher há anos, no entanto não estava a beijar-me o peito. Estava a dizer-me ao ouvido que gostou muito de ti e perguntou-me se guardamos a vaselina na casa de banho. Sê forte, meu lindo; eu também te amo muito.

Conclusão

Não estar verdadeiramente informado pode trazer sérios inconvenientes. A informação actualizada é fundamental para sair com êxito do ataque de competência desleal e assim evitar surpresas desagradáveis.

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Gestão empresarial

24 de Junho de 2011

Há dias num encontro mundial de gestão empresarial foram analisados uma série de casos típicos , que tiveram como base situações do dia a dia. Recolhi 3 desses casos, que tenho muito gosto em partilhar com os bloguistas.

1º Caso

Ia uma jovem a passear com o seu namorado, quando ouviram uns empregados de umas obras gritar:

- Oh cabrão, não a leves a passear, leva-a mas é para um lugar escuro e come a gaja !!!

O rapaz muito envergonhado, segue o seu caminho com a namorada e passam por um parque onde estão vários reformados sentados que ao vê-los começam às bocas ao noivo:

- De mãozinha dada com a miúda, devias é levá-la para um motel, ó paneleiro!!!

O rapaz, cada vez mais envergonhado, decidiu levar a namorada a casa e despede-se:

- Então até manhã, meu amor!

A noiva responde-lhe:

- Até amanhã, surdo da merda!!!

CONCLUSÃO

Escuta e põe em prática os conselhos dos consultores externos pois são gente com experiências; se não o fizeres, a tua imagem e a tua gestão empresarial ver-se-ão seriamente deterioradas.

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Porquê as crianças ?

23 de Junho de 2011

Há dias , uma menina de apenas 8 anos, foi encontrada pela polícia paquistanesa, quando transportava 8 quilos de explosivos, colocados num colete-bomba.

A criança disse à polícia que tinha sido raptada por 3 militantes islamistas, em Peshawar e levada para o noroeste do Paquistão, onde lhe colocaram o colete armadilhado. Ordenaram-lhe que se dirigisse para próximo dos polícias , que controlavam a zona e que carregasse no botão quando estivesse junto às forças de segurança.

Como é possível o ser humano ter instintos tão bárbaros e desumanos ? Em nome de que Deus ou ideologia se tenta cometer actos de tão elevada selvejaria ?

PORQUÊ AS CRIANÇAS ?

Se acham que o terrorismo é a solução para a solução das suas nefastas ideologias, que usem os seus próprios corpos como bombas.Escolher crianças inocentes , é hediondo.

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Eleições legislativas

3 de Junho de 2011

O Jornal ” Público ” de ontem publicou um artigo na página 37, da autoria de Helena Matos, que na minha óptica, é muito oportuno para o momento que estamos a viver.

Tomo a liberdade de transcrever para os leitores  parte do artigo, esperando que cada um tire as suas próprias conclusões:

” O Ps não vai perder as eleições este sábado porque o PS não vai a eleições. A última vez que o PS foi a eleições foi em Fevereiro de 2005. Algum tempo depois dessas eleições o PS saiu de cena, ficando em seu lugar algo que progressivamente fomos designando por máquina.

A máquina explicava tudo. A máquina justificava tudo. A máquina ultrapassava tudo.

A cada contratempo a máquina não só se reforçava como parecia ganhar tentáculos. A máquina tanto podia incluir assessores, empresas públicas ou privadas, blogues mais ou menos anónimos, como um gabinete paralelo dos serviços de informação na dependência do primeiro-ministro.

Creio que ninguém sabe onde começa e muito menos onde acaba a máquina. Mas durante anos vivemos o culto da máquina. Vieram o Freeport, a Nova Setúbal, a Cova da Beira. Depois foi a vez do curso ao domingo e com exame por fax, as casas da Guarda, a compra da TVI, o Tagus Park …e de cada um destes casos nada de concreto se apurou a não ser que a máquina soube lidar com eles.

Aquilo a que estamos a assistir nesta campanha é precisamente à luta entre a máquina e a realidade. A máquina partiu para esta campanha com um guião que podia ser perfeito caso não excluisse a realidade: obrigar Passos Coelho a justificar-se todos os dias, de preferência duas vezes. De 24 em 24 horas alguém da máquina dizia-se chocado e indignado com Passos Coelho. Depois Sócrates acusava Passos Coelho de querer destruir, arrasar, recuar, retroceder, privatizar, vender o SNS ou a escola pública.

Ao longo de toda esta campanha Sócrates disse muito claramente o que pensa de Passos Coelho, mas não disse como pensa governar o País”.

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Sabedoria muito antiga

25 de Maio de 2011

Vejam o que Marcus Tullius Cicero escreveu em Roma, 55 anos antes de Cristo:

” O Orçamento Nacional deve ser equilibrado. As Dívidas Públicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos devem ser reduzidos, se a Nação não quiser ir à falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública.”

Decorridos 2.066 anos, creio que todos conhecem um País que, infelizmente, está a ser vítima duma Dívida Pública gigantesca.

Quando a minha última neta nasceu há pouco mais de um mês, quando ela chegou ao quarto do Hospital da Lapa eu disse-lhe – olha pequenita – estás lixada, tens apenas duas horas de vida e já deves 17.000 euros  de encargos do Estado.

Eu sou adepto de que em próxima revisão da Constituição o artigo 105º que regula a elaboração do Orçamento do Estado, deve fixar uma cláusula que não permita que seja  ultrapassado o valor de 3% do PIB , devendo ser punidos politicamente o 1º Ministro e o Ministro das Finanças, responsáveis pela derrapagem,  impedindo-os de poderem concorrer, para sempre, a cargos politicos.Só poderia ser aceite uma derrapagem, em caso do desastres naturais de dimensões gigantescas.

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Dimensão pessoal

23 de Maio de 2011

O Jornal “Público” de hoje publica um oportuno artigo de opinião da autoria do Dr. José Ribeiro Dias, Professor jubilado da Universidade do Minho, sob o título :

” Dimensões prioritárias a ter em conta na abordagem da crise “

O artigo começa por referir que para vencer a crise, para além da atenção que se deve dar às dimensões financeiras e económicas, devemos dar toda a prioridade às dimensões júridica, moral e ética, na medida em que é delas que dependem todas as outras.

Os actos que fazemos ao longo da nossa vida criam hábitos. Uns positivos (de trabalho, de justiça, de honestidade, de verdade, de prudência e de transparência) e outros negativos (de mentira, de vingança, de preguiça, de trafulhice).

O desenvolvimento da pessoa humana ganha-se ou perde-se da sequência de actos – hábitos – caracter.

Não é grave falharmos, se nos reabilitarmos a seguir.O pior é deixarmo-nos arrastar por hábitos da mentira compulsiva, da sobranceria inqualificável e do egoismo egocentrista, vivendo num mundo virtual , que não tem a mínima correspondência com a realidade.

No momento eleitoral que vivemos, mais do que discutir as indispensáveis reformas para vencer a crise, importa escolher a pessoa cujo caracter nos garanta que as mesmas vão ser implementadas com rigor , com a justiça possível e com a transparência indispensável.

Pensemos bem em quem vamos confiar o nosso voto, no próximo dia 5 de Junho.

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Estradas de Portugal

16 de Maio de 2011

No passado dia 12 tive oportunidade de ler uma noticia no “Correio da Manhã “, onde nas páginas 8 e 9 , era dado conhecimento do negócio ruinoso que a “Estradas de Portugal E.P “fez ao renegociar as 5 concessões das autoestradas na Grande Lisboa e Porto, bem como do Norte Litoral e Beia Litoral, devido à introdução de portagens.

Nos contratos iniciais o Governo pagava às concessionárias 650.000.000 euros anualmente.

Com a introdução das portagens ( que não chegam para compensar nem metade das rendas , pois as E.P vão receber 250 milhões de euros em portagens em 2011, mas vão pagar 650 milhões de rendas – 62% de prejuizo), o Governo resolveu ficar com esse dinheiro das portagens para reduzir o defice da “Estradas de Portugal ” e para justificar perante a União Europeia que a empresa pública tinha receitas próprias. Com esse procedimento o Governo viu-se obrigado a renegociar os prazos das concessões e as respectivas rendas. O Governo assumiu o chamado “risco de trâfego “, garantindo que passariam nessas autoestradas um número determinado de viaturas. Se não passar o número de  viaturas contratualizadas, os contribuintes , através dos impostos pagam a diferença, mesmo que com lingua de palmo.

Com a crise e com o aumento dos combustíveis a quantidade de viaturas que, previsivelmente vão passar nessas vias vai diminuir, logo o Estado vai receber menos dinheiro, mas os concessionários recebem os montantes acordados.

Com estas alterações as concessionárias passaram a beneficiar de rendas avultadas que, segundo o Tribunal de Contas, atingem o valor de 10.000.000.000 (dez mil milhões de euros). Algumas concessões ficaram 58 vezes mais caras.

Segundo o Tribunal de Contas o consórcio Ascendi tem garantidos, independentemente do nº de viaturas que circularem, mais 5.400 milhões de rendas pela concessão da Beira Litoral e Alta, Costa de Prata e Grande Porto e o consórcio Euroscut da concessão Norte Litoral vai ter direito a receber um adicional de 1.186 milhões de euros.

Para definir e justificar estes valores das rendas criou-se uma nova metodologia económica – conceito de disponibilidade da infraestrutura.

Segundo os dados apresentados pelo Juiz Jubilado do Tribunal de Contas Carlos Moreno, os encargos com as PPP rodoviárias vão ascender, até 2050, a 25.875, 4 milhões de euros.

NOTA

Há dinheiro para tudo, mas nós em Arouca, não vemos a maneira de concluirmos a VARIANTE.

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Foi lançado, hoje ao princípio da tarde, em Arouca, o vinho  Pote 316, produzido pelo enólogo arouquense Mauro Brandão, que está integrado nos quadros da grande empresa alentejana Herdade do Esporão e que decidiu, conjuntamente com um amigo, lançar este vinho regional alentejano de produção própria.

O Pote 316 é produzido a partir das castas Touriga Nacional, Aragonês e Alicante Bouchet. Este vinho foi vinificado em cubas de inox a uma temperatura média de 24º C. Apresenta uma cor rubi, com aromas intensos a frutos vermelhos bem integrados com as notas de carvalho francês.

Em Arouca este vinho apenas é vendido no supermercado Cavadinha, local onde foi feita a degustação, como se pode ver na foto seguinte. O preço de cada garrafa será da ordem dos 5 euros.

Este vinho pode acompanhar uma boa “Posta Arouquesa na Brasa “.

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Agências de rating (2)

4 de Abril de 2011

Durante décadas os bancos americanos criaram programas de incentivo ao crédito para famílias com menor poder de compra, através de empresas como a Fannie Mae e a Freddie Mac.

Estes créditos com elevado risco, os chamados ” sub-prime ” eram atribuidos em função do património imobiliário que cada família possuia e não em função dos rendimentos do agregado familiar.

Devido à descida das taxas de juro, as casas estavam sempre a valorizar-se e sobre estas casas eram concedidos empréstimos para outros fins de consumo. Se algo corresse mal, como o mercado imobiliário estava em alta, bastava ao banco vender a casa hipotecada, para reaver os créditos.

Em determinada altura o mercado de sub-prime atingiu cerca de 1.000.000 milhões de euros ou seja 10% do PIB dos EUA.

Os bancos americanos, por sua vez, criaram produtos de alto retorno financeiro, mas simultaneamente de elevado risco e colocaram os seus créditos (que eram produtos tóxicos) pelos mais diversos investidores em todo o Mundo.

Todo este processo de transferência de crédito foi deficientemente analisado pelas “AGÊNCIAS DE RATING”, talvez propositadamente para que os gestores dos bancos recebessem prémios gigantescos pelos objectivos atingidos.

A partir de 2007 os títulos de crédito e o valor das casas cairam abruptamente. As casas cada vez valiam menos e os bancos não podiam recuperar os créditos concedidos. Faliram uma série de bancos americanos( o mais famoso foi o Lehman Brothers que tinha recebido notação AAA dias antes pelas agências de rating) e o governo americano teve que injectar, em 2008, cerca de  500.000 milhões de euros em todo o sistema financeiro, situação que se agravou em 2009, quando os apoios financeiros já atingiam 3.800.000 milhões de euros, o equivalente a 38% do PIB dos EUA.

Foi o colapso mundial. As economias mundiais cairam em catadupa. Os governos de todo o mundo tiveram que criar programas anti-crise de ajuda a particulares, às empresas e aos bancos. Para esse efeito foram obrigados a endividar-se , acima das possibilidades de cada Estado.

Todas estes produtos de alto retorno financeiro, tiveram a benção e o aconselhamento das AGÊNCIAS DE RATING.Esta ” serralharia financeira ” lesou centenas de milhões de pessoas em todo o Mundo, que se viram com as suas vidas prejudicadas para sempre.

Quem regula e fiscaliza as actividades destes senhores , que definem a seu belo prazer e de acordo com os seus humores, o destino da humanidade ?

NOTAS FINAIS

Parabéns à Audiência Nacional de Espanha que aceitou as queixas crime de 6 organizações não governamentais contra as agências de rating , por alegadamente, manipularem os preços em benefício próprio e em prejuizo do erário público e os detentores de poupança.

Parabéns ao Parlamento Europeu que está a legislar no sentido de criar uma agência de rating europeia com regulação independente e está a preparar legislação mais dura sobre agências de rating, responsabilizando-as criminalmente em casos de negligência ou erro nas suas avaliações.

No caso de Portugal as agências de rating reduziram a notação horas antes de Portugal ir ao mercado para emitir dívida de curto e médio prazo. Isto não é estranho ?

Em plena crise de credibilidade, executivos da Moody´s ganharam mais 60% de vencimentos em 2010. Só Presidente Raymond McDaniel recebeu 10 milhões de dólares em salários e prémios de desempenho !!!!!

QUE MUNDO SELVÁTICO ESTAMOS A DEIXAR CONSTRUIR ?

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Agências de rating ( 1)

3 de Abril de 2011

Muito se tem falado nos últimos tempos, em Portugal, nas agências de rating e nas malfeitorias que elas têm causado à economia portuguesa – pública e privada. Temos, no entanto, que reconhecer que Portugal, de certo modo, ”se pôs a jeito”.

As agências de rating são empresas que atribuem notas de risco de crédito a paises, empresas, bancos e municípios, em função da capacidade de pagamento destas entidades, nos prazos fixados, das dívidas contraídas.

As agências de rating são pagas pelos investidores e pelos especuladores financeiros, que recorrem a estas entidades para garatirem as suas aplicações e, no caso de risco elevado, para que eles possam justificar as taxas remuneratórias mais elevadas que querem cobrar pelos empréstimos feitos. No último leilão de dívida pública, Portugal teve que pagar mais de 9% de juros, o que é insustentável para uma economia que está em recessão.

O mercado das agências de rating é dominado pelos EUA. A 1ª agência que surgiu foi a Moody, a que se seguiram a Standard & Poor´s e a Fich Ratings. Actualmente existem no Mundo cerca de 130 agências de rating, que se concentram em áreas específicas de actividade económica.

Estas 3 agências de rating americanas têm actuado no mercado americano e mundial a seu belo prazer, sem que ninguém controle as suas previsões e notações de risco.

As 3 agências de rating dos EUA têm influência nos juros  pagos por centenas de milhões de pessoas em todo o Mundo. Podem destruir paises, empresas e bancos de acordo com avaliações que fazem.

Diversos escândalos financeiros no final da década de 90, com as empresas “Dot.com”, abalaram a credibilidade destas instituições, pois tinham dado avaliações triple A -AAA a empresas que, dum momento para o outro, faliram. Foram os casos da Enrom, Mercury Finance, Pacific Gas& Electric e Orange County.

Infelizmente, para o Mundo, estas predadoras financeiras voltaram a levantar a cabeça e, agora, mais arrogantes e com as garras mais  afiadas.

ATÉ QUANDO ?

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